A Covilhã quer ser Capital Portuguesa da Cultura em 2028 e já conta com mais de 500 contributos para suportar a candidatura, num movimento participativo e de envolvimento da comunidade que estará presente em todo o processo.
A candidatura está a ser preparada pelo Município da Covilhã e pretende afirmar a cultura como uma dimensão essencial no desenvolvimento territorial, através da criação artística, do conhecimento, da educação e do património.
Partindo da diversidade cultural existente, integra também uma forte componente de cooperação e participação, que se afirma como uma força motriz e um pilar fundamental no caminho a percorrer.
Esta será uma candidatura de todos que ganha força por contar com todos, tal como se verificou com a forte adesão à operação de escuta participativa que foi implementada nos últimos meses e que envolveu entidades artísticas, culturais, educativas, políticas e sociais, organizações locais e comunidades.
Foram realizados vários encontros com estruturas profissionais e agentes criativos, além de ‘Focus Groups’ em que participaram mais de 100 de pessoas, representativas de várias áreas da sociedade, nomeadamente associações culturais, escolas e universidade, instituições de cariz social, juntas de freguesias, empresas e outros parceiros estratégicos de relevância para o desenvolvimento regional.
Foi igualmente promovido um inquérito por questionário, partilhado online com toda a comunidade, que registou 362 respostas válidas.
No total, o processo conta com mais de 500 contributos que são o reflexo inegável da mobilização que esta candidatura está a criar, afirmando-se como um desafio coletivo e comum.
Constituem ainda uma importante ferramenta de trabalho, que permite fazer o mapeamento das estruturas e recursos existentes, bem como das potencialidades, desafios e oportunidades a ter em conta nesta candidatura, que contará ainda com outras participações de profunda relevância.
O objetivo passa por constituir uma base ampla e capaz de sustentar um programa cultural com qualidade, continuidade e relevância nacional e internacional.
Será uma candidatura que envolve memória, presente e futuro.
Um encontro entre experiência acumulada e conhecimento, que rasgue novos horizontes para a cultura e que tenha impacto em todas as áreas da vida coletiva, seja da economia ao turismo, seja do ambiente à indústria, sem esquecer a área social, a educação e a ciência.